quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Escolas não são apenas prédios por Wagner Romão
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terça-feira, 15 de setembro de 2015
ARTE HOLISTICA
Olá Pessoas,
atendo aos pedidos, agora estou atendendo em um lugar muito especial e dedicado ao BEM ESTAR.
A ARTE HOLÍSTICA permeia nesse momento, pelas aplicações de REIKI e leituras das cartas do TAROT, com duração de 01h.
Agende o seu horário: elainemagias@hotmail.com
OBS: Em breve biodança, narração de histórias, workshops, palestras, saraus, dança circular...
Localização:
Rua Conselheiro Rodrigues Alves, Vila Mariana (Metrô Ana Rosa) - SP
Foto/obra: Elaine Gomes
domingo, 16 de agosto de 2015
MESTRE EL MORYA
"Nada do que for feito será perdido, nada do que for sentido
será esquecido. Não temas jamais, e confia na criação.
Constrói um pouco a cada dia, mas faze-o com amor.
Respeito e ordem".
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
O que me move?
Desde 2004 que estou escolhendo pelo Programa de
Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. Depois de uma
longa jornada pela Universidade de São Paulo e uma breve pela UNESP, o meu
caminho foi estreitado pela PUC, mesmo não conseguindo terminar o curso em 2004
por uma série de dificuldades, acredito que tudo tenha o seu caminho certo, ou
melhor, sua hora certa. E há exatos dez anos, estou de volta, 2014 foi o ano em
que o Senac, meu local de trabalho há 17 anos, aprovou minha bolsa de estudos. O que
facilitou muito a minha escolha, ou melhor, o que eu já havia escolhido há
muito tempo.
Em minhas memórias sempre guardo as experiências
vividas na escola. Fiz o antigo primário em uma escola da prefeitura, com
professores excelentes, uma época em que ainda se realizava concursos de
leitura. Sempre fui a aluna que participava de tudo, do coral, das danças, dos
movimentos sociais e dos prêmios de leitura e redação. E por falar em redação,
grande companheira durante a minha adolescência, escrevia inúmeros diários e
lia, lia muito. Os livros são nossos companheiros em todas as horas, em todas
as idades, nos livra de uma certa solidão. Ainda assim, tendo toda essa vivência
no mundo da expressividade, o colégio
fui fazer o curso técnico em secretariado, ainda a questão da boa redação, do
cuidado pelos documentos, comunicação visual, escrita e verbal, mais do que
necessárias nesse tipo de profissão. Ainda cheguei a trabalhar em uma
multinacional por dois anos, comecei a graduação em Economia, mas a cada dia me
sentia extremamente triste. E em um desses dias meu pai disse: - não seria
melhor você largar essa faculdade e voltar a sorrir? Daquele dia em diante,
decidi que jamais trabalharia ou estudaria algo que não me desse prazer, e
assim foi, larguei a faculdade e a multinacional. Buscando uma faculdade,
encontrei os meus tempos de infância e vi que a comunicação e as artes estavam
presentes desde sempre.
Confesso que fiquei na dúvida entre jornalismo e artes, mas me apaixonei pelo prédio da FAAP-SP, algo meio greco-romano. E como disse Caetano Veloso: “as força que as coisas parecem ter, quando elas precisam acontecer”. Acabei ficando na FAAP, embora eu conhecesse a Cidade de São Paulo, o suficiente para perceber que ela é feita de diversas outras cidades. Eu morando em Interlagos, estudando no Pacaembu, tendo um sítio em Engenheiro Marsilac e depois da multinacional no primeiro semestre da faculdade, fui indicada para dar aula de Educação Artística em uma escola estadual, ás margens da represa Billings, também extremo sul da cidade.
Confesso que fiquei na dúvida entre jornalismo e artes, mas me apaixonei pelo prédio da FAAP-SP, algo meio greco-romano. E como disse Caetano Veloso: “as força que as coisas parecem ter, quando elas precisam acontecer”. Acabei ficando na FAAP, embora eu conhecesse a Cidade de São Paulo, o suficiente para perceber que ela é feita de diversas outras cidades. Eu morando em Interlagos, estudando no Pacaembu, tendo um sítio em Engenheiro Marsilac e depois da multinacional no primeiro semestre da faculdade, fui indicada para dar aula de Educação Artística em uma escola estadual, ás margens da represa Billings, também extremo sul da cidade.
Mas todo esse percurso em plenos 19 anos, me ajudou
muito, principalmente nessa profissão que desenvolvo há mais de 20 anos, dar
aulas formais ou não-formais, mas estar sempre rodeada de gente, de várias
idades, e com tamanha diversidade de ideias, costumes, gêneros, embora eu ainda
esteja falando da cidade de São Paulo. Em 1993 ainda na FAAP, conheci a
professora Sueli Peccerini, ela pesquisava a arte de contar histórias para
crianças em fase terminal com câncer. E nessa mesma época eu dava aula na
escola pública, e a professora Regina Machado – USP, também já pesquisava a
tradição oral e dava palestras, e como existe uma força invisível que conspira,
ela foi palestrar e contar histórias na escola que eu trabalhava. Sueli – FAAP,
sabendo desse evento, pediu para que eu fosse, e recontasse uma história que a
Regina tivesse apresentado. Foi quando Regina me apresentou Fátima, a
fiandeira, foi tão bonito, porque de um certo
modo ela contou como o meu tio-avô Sebastião contava, e a minha avó D. Augusta
narrava lá no alto da Serra em Engenheiro Marsilac. Mais tarde, fui entender que
estávamos falando a mesma língua: a tradição oral. E a partir daquele momento,
contei essa história na FAAP, e em todas as minhas aulas e conto até hoje,
porque ela significa muito para mim. Porque ela faz parte de mim, as histórias
estão presentes em toda a minha família, seja materna ou paterna. A paterna por
ser neta de imigrantes portugueses e italianos, essa herança do drama, da força
da palavra, do gestual. Só poderia me dar elementos para descobrir a
artista-professora que sou hoje, e que vai se reinventando a cada dia, a cada
curso, em cada turma.
Conto histórias e leio histórias porque me alimento
delas, assim como as artes visuais, todas interligadas para minha sobrevivência.
E qual boa surpresa encontrar no programa tantas possibilidades, e o melhor,
ter professores tão significativos e inesquecíveis para a vida pessoal e
profissional. Escolher o caminho das artes não é uma tarefa fácil, a grande
maioria não aceita, se aceita já define como lazer e não como algo que
importante para a vida, seja profissional ou pessoal. E durante todas as aulas,
fui revendo aquela menina do concurso de leitura, das artes, do coral, das
danças...
Acredito que um curso de mestrado, depois de tantos
outros cursos e de tantos anos de trabalho tem essa função, dialogar algo que nos
inspire, que nos faça refletir ao ponto de nos movimentar, sair do estado letárgico
muitas vezes proposto pelo próprio ambiente de trabalho, pelo descrédito da
profissão, da área do conhecimento. O que me moveu ao programa foi a vontade de
continuar acreditando que a leitura pode ser a sua melhor companhia, em
qualquer situação, em qualquer momento, em qualquer idade. Que nada acontece
por acaso, tudo tem o seu tempo, e no meu tempo tive aula com os melhores
professores, encontrei a melhor orientadora que eu poderia ter, recuperei
minhas memórias e as minhas melhores companheiras a arte e a literatura.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
domingo, 2 de agosto de 2015
MULHERES MALDITAS
Como um rebanho absorto e na areia deitadas,
Elas volvem o olhar para o espelho das águas;
Os pés em mudo afago e as mãos entrelaçadas,
Bebem o fel do calafrio e o mel das mágoas.
Umas, o coração abrindo em confidências,
Nos bosques onde se ouve um córrego em segredo,
Vão soletrando o amor em cândidas cadências
E o pólen raspam aos rebentos do arvoredo;
Outras, tais como irmãs, andam lentas e cavas
Por entre as rochas apinhadas de ilusões,
Onde viu Santo Antônio aflorar como lavas
Os rubros seios nus de suas tentações;
Outras há que, ao calor líquida resina,
No côncavo sem voz de um velho antro pagão
Pedem por ti em meio à febre que alucina,
Ó Baco, ao pé de quem dorme toda a aflição!
(As Flores do Mal - Charles Baudelaire)
Elas volvem o olhar para o espelho das águas;
Os pés em mudo afago e as mãos entrelaçadas,
Bebem o fel do calafrio e o mel das mágoas.
Umas, o coração abrindo em confidências,
Nos bosques onde se ouve um córrego em segredo,
Vão soletrando o amor em cândidas cadências
E o pólen raspam aos rebentos do arvoredo;
Outras, tais como irmãs, andam lentas e cavas
Por entre as rochas apinhadas de ilusões,
Onde viu Santo Antônio aflorar como lavas
Os rubros seios nus de suas tentações;
Outras há que, ao calor líquida resina,
No côncavo sem voz de um velho antro pagão
Pedem por ti em meio à febre que alucina,
Ó Baco, ao pé de quem dorme toda a aflição!
(As Flores do Mal - Charles Baudelaire)
terça-feira, 28 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
TODA VEZ QUE EU CHAMO...
Poesia,
amor,
saudade,
perto,
distante,
quero,
vida,
lua,
mar,
vinho,
cinema,
ARTE...
quarta-feira, 15 de julho de 2015
O Feitiço
Eu coloquei um feitiço em você
Eu coloquei um feitiço em você
Porque você é meu
É melhor você parar as coisas que você faz
Eu não estou mentindo
Não, eu não estou mentindo
Você sabe que eu não aguento mais
Você está correndo em volta
Você sabe melhor, pai
Eu não posso suportar isso porque você me colocar para baixo
Eu coloquei um feitiço em você
Porque você é meu
Você sabe que eu não aguento mais
Você está correndo em volta
Você sabe melhor, pai
Eu não posso suportar isso porque você me colocar para baixo
Eu coloquei um feitiço em você
Porque você é meu
Você sabe que eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo de qualquer maneira
E eu não me importo se você não me quer
Eu sou seu agora
Eu coloquei um feitiço em você
Porque você é meu
Porque você é meu
Porque você é meu
Link: http://www.vagalume.com.br/annie-lennox/i-put-a-spell-on-you-traducao.html#ixzz3g1FkuEwi
domingo, 5 de julho de 2015
Instantes
"Acontecia gostar dele. Estava a acontecer. De gostar muito dele. E por cada instante me deixava levar pela boa ideia. (...) Chegamos a juntar a pele. Assim muito depressa. Antes que fosse quase impossível ficarmos parados".
Sentidos
(...)
e não vale de nada a vida se não a jogarmos por inteiro
(...)
(Do livro: A desumanização - Valter Hugo Mãe)
domingo, 14 de junho de 2015
Azul
De repente ele disse:
eu danço com você!
Aceitei.
No outro dia ele falou:
eu te levo.
Aceitei.
Em outra noite ele apenas olhou:
Aceitei.
quinta-feira, 12 de março de 2015
FAZES-ME FALTA (Inês Pedrosa)
"Mas ver tudo é não ver nada/ Perder o fio à madrugada/ Com a alma enrolada/ Como um isco em mau anzol./ Nas nuvens vejo desfilar/ Castelos feitos para sonhar/ Caixas de amor para guardar/ Tudo o que já não sei de ti./ E o meu coração escuro/ Recita em dó futuro/ Esse poema tão puro/ Que o tempo pôs em ti".
domingo, 1 de março de 2015
Mais "A Moça Tecelã"
E na minha pesquisa continuo apaixonada pela " A MOÇA TECELÃ", salve Marina Colasanti... Na nossa Ciranda de Histórias, mais uma vez ela esteve presente. Junto com o meu desejo de desfazer e refazer as aventuras da vida!
(Encerramento do curso CONTADOR DE HISTÓRIAS, no Senac Aclimação, parceria com a equipe da Biblioteca, alunos, funcionários, convidados e muita movimentação festiva. Fotos: Mercia Morais)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
O AMOR...
"Ele quer me destruir
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir, chutando as paredes que eu construí
Ele quer me destruir
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Vai levar no vento que soprar os dias, os meses e o que virá
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir chutando as paredes que eu construí
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Ele quer me destruir
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir, chutando as paredes que eu construí
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Vai levar no vento que soprar os dias, os meses e o que virá"
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir, chutando as paredes que eu construí
Ele quer me destruir
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Vai levar no vento que soprar os dias, os meses e o que virá
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir chutando as paredes que eu construí
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Ele quer me destruir
Eu não sou ninguém
Até a hora de acordar
Até mais além
Como vês o amor vai carregar as coisas na hora que ele chegar
Vai levar tudo que conseguir, chutando as paredes que eu construí
Como vês o amor vai desbotar as cores nas fotos que ele tocar
Vai levar no vento que soprar os dias, os meses e o que virá"
sábado, 31 de janeiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
EXPOSIÇÃO
Todo começo de ano é assim, vamos remexendo nossos guardados. E quando pensamos que já queimamos, jogamos tudo fora, sempre aparece uma lembrança, aquelas em um porta retrato ou entre as páginas de um livro. Foi assim, que encontrei essa foto, um momento de intervalo durante o trabalho na Exposição BRASIL +500, a mega exposição no Parque do Ibirapuera em São Paulo, no ano 2000. Daniel, era educador junto comigo, mas também estava estudando fotografia, e eu com a minha louca vontade de interagir com o público. E como na declaração, espero que Daniel esteja muito famoso, fotografando muito! E para falar a verdade, eu nunca mais o vi!
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