Deveria ser simples assim, seguir a vida olhando as paisagens que a estrada escolhida pudesse oferecer. Mas nesses caminhos as percepções são aguçadas e de repente o olhar milagrosamente por um único instante se depara com a paisagem singular. Essa paisagem pintada, desenhada, poetizada, gravada na memória das digitais. Se mistura com a vida, envolvida no pensamento, no batimento aflito do coração, escrita na alma. É assim, ora fugindo, ora querendo reencontrar, mas querendo minutos da presença, da contemplação da paisagem, que não é escolhida, é pertencida!
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
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